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A iniciativa NANOHOUSE, concebida em 2002 por Carls Masens no Instituto de Tecnologia em Nanoescala, e implementada pelo arquiteto James Muir, mostrou-se um método de sucesso para explicar o que a nanotecnologia é e como se comporta.

 

“Nanotecnologia é a convergência de química, física, biologia e engenharia. CSRIO, com sua ampla diversidade de especialistas em todas as ciências, é uma líder em pesquisa e desenvolvimento em nanotecnologia. Nós já possuímos a ‘expertise’ necessária para explorar o que a nanotecnologia tem  a oferecer, e é o que estamos fazendo”, diz Fiona Cameron, chefe executiva do centro de tecnologia da CSIRO.

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A NANOHOUSE possui uma tinta “inteligente” – uma coberta metálica revestida por ela torna-se um elemento de resfriamento, ao invés de uma fonte de calor. Da mesma forma, há tintas em desenvolvimento que deixam paredes escuras frias e fazem com que paredes em tons claros absorvam calor – permitindo o uso de tal fonte de energia de forma esteticamente livre.

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Sensores inseridos na construção (monitorando qualidade do ar, calor, etc.) virão a gerar “ambientes inteligentes”, aplicando tecnologia que perceba as atitudes do usuário, adequando-se e melhorando as casas e escritórios.

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Por exemplo, no futuro próximo, o vidro poderá ser usado de forma mais livre, uma vez que ele próprio bloqueará tanto o calor quanto a radiação UV – o que permitirá construir prédios com janelas maiores em locais de maior incidência de luz solar.

A quem estiver interessado, é possível até mesmo contatar a equipe responsável por essas e outras pesquisas que prometem mudar nosso futuro – antes do que possamos imaginar. Basta acessar aqui.

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Sobre arquitetoGEEK
Só um cara inquieto por novas tecnologias e pesquisas relacionadas a arquitetura e engenharia.

One Response to nano-casa

  1. Davi Ramalho says:

    Vou me dar à honra de fazer o primeiro comentário:

    Acho sensacionais as expectativas geradas por esse tipo de tecnologia aplicada à arquitetura, mais ainda em casos de regiões bioclimáticas extremas onde muitas vezes as limitações de temperatura e incidência solar são determinantes das definições de materiais aplicados nas construções.

    Às vezes acho inconcebíveis certas expectativas tecnológicas que, em pouco tempo, pulam pra dentro da sua casa (basta lembrar dos impressionantes televisores da espessura de janelas que víamos em filmes futurísticos). Pensando dessa maneira é legal imaginar que um dia será possível especificarmos um material que terá propriedades muito mais complexas do que aquelas que são visualmente perceptíveis e, principalmente, a um preço acessível.

    Parabéns pela iniciativa do blog cara! Até mais!

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