Pavilhão da EXPO 2012 em Yeosu, Coreia do Sul

By arquitetogeek

infoO Concurso Internacional para o Pavilhão da EXPO 2012, na cidade de Yeosu, Coreia do Sul, anunciou seus vencedores.  Escolhemos três projetos para apresentar, por seu caráter inovador: o próprio campeão (não, não é uma escolha óbvia), um ganhador de menção honrosa e um participante cuja proposta, exibida na ArchDaily, chamou nossa atenção. Divirtam-se!

O PRIMEIRO COLOCADO (SOMA-ARCHITECTS) [Áustria]

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Com o nome “ONE OCEAN”, o projeto é uno com o mar, explorando-lhe o conceito de superfícies intermináveis cujas profundezas a tecnologia nos permite explorar; estabelece-se aqui uma conexão com o ambiente terrestre.

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O oceano é visto como um meio que une todo o planeta, o que aflora na edificação, apenas setorizada por paredes que conferem a seus espaços heterogeneidade de iluminação e profundidade, quer vertical, quer horizontal.

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Para tanto, foram erguidos cones em um setor da edificação, baseados em um reticulado triangular – um contraponto ao corpo horizontal vizinho. O espaço gerado exteriormente é igualmente rico, despontando o pavilhão como um marco urbano e paisagístico.

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A coberta combina natureza e tecnologia, pondo lado a lado jardins e painéis solares, além de elementos piezoelétricos (captando energia através do movimento produzido pelo vento). A iluminação artificial interna conjuga-se com a natural, através da utilização de lamelas móveis na fachada principal, adaptando a edificação à passagem do dia.

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MENÇÃO HONROSA (UNSANGDONG ARCHITECTS) [Coreia do Sul]

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O projeto, uma proposta enfática, consiste da união entre imaginação e natureza através da tecnologia. Para tanto, é erigido um “Portal Oceânico”, uma exibição vertical de vida oceânica aliada a arquitetura que visa passar ao público a mensagem que define a própria exibição: a união Oceano & Vida.

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O vazio também é um espaço de exibição a ser utilizado; uma vez que qualquer arquitetura pode chegar a seu limite de utilização, o prédio foi idealizado de forma a possibilitar, através de seus vários planos de contato com o vazio (divididos em elementos: água, verde, o vazio em si), maiores e desafiadores aproveitamentos.

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O prédio como um todo é pensado de forma a ser sustentável – sua estrutura capta energia de recursos renováveis: a água, o vento e o sol. A arquitetura foi idealizada, ainda, de forma a contemplar a dinâmica e finitude da própria natureza, ao longo de seus diversos e complexos ambientes.

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PARTICIPANTE (PEDDLE THORP ARCHITECTS) [Austrália]

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O projeto baseia-se em uma edificaçação “anfíbia”, que seja “viva”, reagindo ao meio e adaptando-se a ele. O design referencia a dinâmica dos fluidos, uma união entre ciência e biologia que lhe dá características da vida marinha, de acordo com os atuais paradigmas da arquitetura (para saber mais acompanhem nossos posts sobre biomimética).

PAV0

O pavilhão anfíbio foi projetado para ser ambientalmente afirmativo, indo além da exibição em si. Após seu término, seria levado por rotas marítimas a outras cidades, como parte de um programa de pesquisa (e uma exibição) itinerante. Seria um significativo suporte à ciência marinha, unindo cientistas de toda a Ásia.

PAV5

Ancorado à cidade, o desenho da edificação (ou, melhor dizendo, embarcação) adequa-se ao movimento das ondas, tornando-se emblemático na paisagem urbana.

PAV4

A malha estrutural cria ambientes fluidos e contínuos de visitação, consistindo a circulação em uma volta completa ao longo do interior da arquitetura.

PAV2

Ufa!! Para saber mais, visitem o site da EXPO 2012.

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